segunda-feira, 6 de junho de 2011

Merecidas Férias

Olá, você deve ter notado que ficamos quase dois meses sem conversar. Pois é, eu também senti saudades, mas, veja pelo lado bom: estamos juntos novamente, e, desta vez, por muito e muito tempo.

A verdade dos fatos é que computador é muito bom, mas dá uma dor de cabeça... Pessoalmente, já não sou muito fã de máquinas complexas, especialmente as movidas à eletricidade ( já reparou como o preço da energia elétrica só aprendeu a subir, mas ainda não a descer?).

As máquinas dactilográficas são as coisinhas mais charmosas que já foram inventadas, e não pega vírus de msn. Se lubrificadas adequadamente, limpas e com sua fita de tinta no lugar, elas podem trabalhar por uma eternidade. Você pode até ser um dono tão descuidado quanto eu ( numa escala de 0 a 10, eu atinjo 13 em falta de cuidado), que ela permanece firme feito uma rocha, trabalhando sem reclamações.

Antigamente se usava mimeógrafos com o delicioso aroma de álcool hidratado, dedos borrados de papel carbono e textos ligeiramente encharcados de álcool. É, tinha essas incovenientes, mas o mimeógrafo nunca foi atacado por um Cavalo de Tróia ou coisa pior. E nem vai. O que podia acontecer de pior? A manivela poderia se soltar, o álcool poderia evaporar daquela almofadinha engraçada, a engrenagem poderia perder pressão, quem sabe até ele desmontasse, mas nunca presenciei tal cena (seria interessante).

Com o computador é diferente: qualquer variação de fornecimento de energia elétrica, qualquer poeirinha a mais, se pousar um mosquito em cima da tela, se uma tecla do teclado ficar presa por um tempinho a mais, se a lua entrar em conjunção com saturno e em hexágono com plutão, aí a vaca vai pro brejo e fica entalada por lá mesmo. E cancelem as buscas, pois ela não poderá ser resgatada. Foi mais ou menos isso que aconteceu com o meu computador: a vaca foi pro brejo e nem deixou um bilhete.

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