sábado, 11 de junho de 2011

Divisão de Tempo

Já reparou que o tempo se divide de acordo com a nossa conveniência? Eu explico: na antiga China se acreditava que o dia tinha doze horas, cada qual composta do que, hoje, seriam duas horas.

Na África Setentrional, Leste Europe e Ásia Ocidental, ainda há localidades que dividem o ano em Oito Tempos, cada qual composto por quarenta e cinco dias, ou um mês e meio, se assim preferir. Ainda há pessoas de dividem o ano em treze meses, seguintos as treze lunações anuais, é o caso dos horóscopos orientais.

Nós dividimos o ano em doze meses, de acordo com o calendário romano que, se baseava na mitologia e horóscopo gregos, admitissem ou não. O dia tem vinte e quatro horas em todo o planeta. Mas poderiam ser sessenta e sete sem problema algum. E ainda há pessoas que não conseguem fazer tudo aquilo que precisam dentro de um único dia. Como você divide e organiza o seu tempo?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Quem lê de verdade?

Sejamos verdadeiros aqui: cada dia menor é o número de leitores reais. Há os leitores que mal entendem aquilo que está escrito no papel e precisam de tradução - o analfabeto funcional -, tem aquele que simplesmente tem preguiça crônica de ler, há também aquela pessoa que diz que não tem tempo para tal atividade.

É inacreditável que ainda haja mercado editorial. Se tanta gente não lê, para quem fazem as feiras literárias, as bienais do livro, os festivais de literatura? A FLIP ( Feira Literária Internacional de Paraty - RJ) teve todos os seus ingressos para o dia onde haveria a presença do autor João Ubaldo Ribeiro vendidos em uma única hora. Interessantemente, pouca gente lê, e muita gente sabe quem é João Ubaldo Ribeiro. Como isso é possível? O que você pensa a respeito? Você acredita que a leitura é importante? Por que?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Escreva como fala

É isso aí. Escreva como fala! Pode parecer um ultraje à Língua Portuguesa, mas, na verdade, é a melhor maneira de corrigir todas as suas falhas como escritor e falante da Língua. Pense bem e veja se há alguma falha nisto:

Se você fala errado, logo, escreverá errado. Se você fala certo, logo, escreverá certo. Se você fala certo e respeitando a pontuação, logo, seu texto será bem escrito e pontuado. É uma das formas mais eficientes de condicionar-se a ser um usuário decente do idioma.

Lembre-se que precisamos ser claros e precisos ao exercermos nosso nobre ofício, asssim, há comunicação eficiente entre você e seus alunos. Sem isso, eles falam grego e você guarani, o que geralmente leva a uma linda estrada para lugar algum.

Vê este pequeno texto? Foi inteiramente escrito de acordo com a fala desta que vos escreve. Isto se deve ao fato de que, tudo o que é escrito neste modesto blog é testado, mensurado e avaliado de acordo com parâmetros simples, porém, rígidos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Conversando a gente se entende...

...ao menos é o que dizem. Também já vi muita gente aprender , se desentender, formar alianças e declarar guerras. Há um autor, já falecido, que usava o nome de pena de Stanislaw Ponte Preta. O nome real dele era Sérgio Porto. Muito gente boa.

Bom, para os mais jovens, que não tiveram mesma sorte que eu de ter lido seus livros, ele começou a lançar seus livros antes mesmo de haver a ditadura militar aqui no Brasil, porém, seus livros mais famosos, da série FEBEAPA - Festtival de Besteiras que Assola o País são contemporâneos da referida ditadura, e usava reportagens jornalísticas provenientes de todo o país e escrevia sobre esses fatos, normalmente considerados ridículos, de maneira cômica.

Ao lado do FEBEAPA, havia a série de livros da Família Ponte Preta, como Tia Zulmira e Eu e Primo Altamirando e Elas, entre outros. Em um dos livros da Família Ponte Preta, ele disse que ' da discussão nasce a luz', pois, "nenhum especialista em alguma coisa está realmente disposto a ensinar sobre sua especialidade, mas, está sempre pronto a demonstrar que sabe de verdade.

Por exemplo, digamos que em nossa mesa tenhamos um convidado para o almoço, um nutrólogo, e alguém diz: 'ei, me passa a panela de farofa por que estou precisando de ferro', naturalmente, nosso convidado irá fazer sermão sobre as propriedades da mandioca e do quanto não entendemos de sua especialidade, mas, teremos a informação que desejamos direto sobre um especialista no assunto, ali, em nossa mesa". Ou alguma coisa muito parecida.

O importante é: de uma forma ou de outro, através de uma conversa ele obteve a informação que precisava e/ou desejava. Quantas e inúmeras vezes, através de uma conversa de ponto de ônibus, aprendemos algo novo, recebemos uma pequena informação, e mal nos damos conta, por que subestimamos as informações e, mais ainda, sua fonte.

Porém, quando lembramos que, a partir das informações que produzimos conhecimento, deixamos de lado a vaidade e tentamos enxergar o fundo de verdade naquilo que nos é dito, fica muito mais fácil nos atualizarmos sem grandes esforços, pesquisa passa a ser um passa - tempo. Quanto mais se conversa com as pessoas, melhor fica sua dicção, mais se aprende sobre história, filosofia, sociologia, respeito e convivência e até mesmo tópicos específicos como genética e nanotecnologia. Quem está com vontade de conversar?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Por que?

Olá, como vai?

Hoje queria conversar sobre
o por que. Já reparou que, quando somos bem pequenos, perguntamos absolutamente tudo, até o que não deveríamos? Chega a ser irritante para algumas pessoas. Mas, que culpa temos nós de sermos inteligentes, não é? Sem ele, como aprenderíamos? Meio difícil, não? Se não houverem perguntas, como obteremos respostas? A telepatia e leitura de mentes não são técnicas muito bem desenvolvidas por nós, seres humanos.

Mas, eu pergunto: por que nossos alunos não têm vergonha de matar aula, brigar no pátio do colégio, copular à luz do dia com criancinhas assistindo, mas, têm vergonha de levantar a mão e perguntar o por que, o motivo, a razão, a causa, a circunstância daquilo que dizemos? Adoram debater as coisas mais desimportantes que há no mundo, mas são incapazes de colaborarem significativamente para suas aulas, é algo admirável como matam todas as aulas, exceto a de Educação Física.

Por que? - eu pergunto. A escola virou local turístico? Eu não recebi o memorando que dizia isso, e você?O que você acaha que está acontecendo? Por que?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Merecidas Férias

Olá, você deve ter notado que ficamos quase dois meses sem conversar. Pois é, eu também senti saudades, mas, veja pelo lado bom: estamos juntos novamente, e, desta vez, por muito e muito tempo.

A verdade dos fatos é que computador é muito bom, mas dá uma dor de cabeça... Pessoalmente, já não sou muito fã de máquinas complexas, especialmente as movidas à eletricidade ( já reparou como o preço da energia elétrica só aprendeu a subir, mas ainda não a descer?).

As máquinas dactilográficas são as coisinhas mais charmosas que já foram inventadas, e não pega vírus de msn. Se lubrificadas adequadamente, limpas e com sua fita de tinta no lugar, elas podem trabalhar por uma eternidade. Você pode até ser um dono tão descuidado quanto eu ( numa escala de 0 a 10, eu atinjo 13 em falta de cuidado), que ela permanece firme feito uma rocha, trabalhando sem reclamações.

Antigamente se usava mimeógrafos com o delicioso aroma de álcool hidratado, dedos borrados de papel carbono e textos ligeiramente encharcados de álcool. É, tinha essas incovenientes, mas o mimeógrafo nunca foi atacado por um Cavalo de Tróia ou coisa pior. E nem vai. O que podia acontecer de pior? A manivela poderia se soltar, o álcool poderia evaporar daquela almofadinha engraçada, a engrenagem poderia perder pressão, quem sabe até ele desmontasse, mas nunca presenciei tal cena (seria interessante).

Com o computador é diferente: qualquer variação de fornecimento de energia elétrica, qualquer poeirinha a mais, se pousar um mosquito em cima da tela, se uma tecla do teclado ficar presa por um tempinho a mais, se a lua entrar em conjunção com saturno e em hexágono com plutão, aí a vaca vai pro brejo e fica entalada por lá mesmo. E cancelem as buscas, pois ela não poderá ser resgatada. Foi mais ou menos isso que aconteceu com o meu computador: a vaca foi pro brejo e nem deixou um bilhete.