sábado, 1 de março de 2014

Material Escolar - Parte 2

  Olá! Na semana passada, combinamos que conversaríamos sobre certos abusos cometidos pela escola, pais e pelos próprios estudantes quando se trata de material escolar, lembra? Pois é, já comentamos sobre uma prática abusiva das escolas em relação à isso na semana passada: a de pedir materiais que deveriam ser comprados pela escola, não pelo estudante.

 Se a escola exige que todo o material seja levado cotidianamente às aulas, como no caso de escolas de tempo integral, logo, a mesma deve fornecer armários para os estudantes, e não fazê - o de burro de carga, prejudicando o desenvolvimento de seu esqueleto por peso excessivo.

Uma coisa que os pais amam fazer, mas não imaginam o mal que gera: comprar material para fazer estoque. Gente, isso desencadeia duas ações separadas: a) início de ano + preço alto de material escolar (devido as leis de mercado [procura maior que oferta = inflação por especulação]) + essa ideia de gênio que você acabou de ter (estocar para economizar) = você de bolso vazio mais rápido, e b) uma coisa que a maioria dos estudantes fazem e faz você subir pelas paredes: desperdiçam. Ou seja, na lista pede quatro cadernos e você compra dezesseis, seu amado filho vai, sem qualquer cerimônia, arrancar as folhas do caderno pra fazer bolinha de papel, aviãozinho, cartinha de amor, qualquer coisa, menos estudar! E quando você for lhe dar aquela chamada, ele, com a maior simplicidade vai responder: ' tem mais em casa!'.

Outra coisa que estudantes amam fazer: escolher o material mais caro, mais dentro da moda, mais exclusivo, para contar vantagem na escola. Pais, não caiam nessa armadilha psicológica, mesmo sendo filho único. Se o caderno A custa R$ 5 e o caderno B custa R$ 48, 90 por que tem a estampa da moda, mas, tem o mesmo formato, número de páginas e repartições, por favor, de todas as maneiras, compre o caderno A. Não serão os piores pais do mundo por isso! A vida tem estado muito cara para se desperdiçar tanto assim, mesmo por que, estará dando um péssimo exemplo ao seu filho ao ceder às suas vontades.